24.10.09

O maior conto surreal da história da idiotice ou me dada uma história, uma história me dada.

Sangue novo na área! Sangue de luz que me seduz e me intriga no caminho da formiga. Uma rima inimiga do bom gosto. Mas eu sou do bojo da infâmia. Do nariz delgado que atravessa pro outro lado. E então uma névoa de nave vá de Fellini de doença de patrão de escolástico amiasneiro de sentença de coliforme de setentrional estrelas sapiência do doutor desencontrado que seguiu caminhos que não tinham que era por aqui por ali por Alá, ala halam ricota setenta setentrional do esgoto do estofado da maneira irrequieta de Henrique imperador dos setentas dos setentrionais que seguiam o fio de uma narrativa que era desencontrada da narrativa das narrativas que era mestra em errar o erro deserrado e desumano da busca e da procura da lente, da jóia e da perola perolada dos caminhos texugos da mente texuga o sabor de coca tende para o outro lado onde nemas o Camargo aranha da língua do tiopes que agente não consegue digitar o demônio das onze horas se perde entre um bando de inuítes que exageram ao falar de amor no singular como a mãe de vô Beto que se perdia no oceano das observações incoerentes e na beira da colina bebia um Martini, nua, pedindo para que um barco a viesse buscar entre alamedas de ferro ao se comemorar um gol difícil perdido.


Intervalo.


Acordo, acordo de repente de uma noite texuga em que as alamandras surtaram os efeitos dos dromedários centrais do peso do cérebro no papel suíte três quartos cama doente de tesão entre os outros focos dos lençóis entre avenidas perdidas de tamanco, a minha bisavó ainda lá temerosa de não virem aqueles que ela esperava pelada de tamancos nas avenidas central dos algures de algum lugar de Paranapanema que não era Portugal nem Allende haveria de ser eleito nesse esquema de fim de mundo de fim de noite de bagunça e decadência do eleitorado sem grana, sem time, sem lume, sem cume que a gente não sabe se vai ou se deita no outro lado do berço das atitudes idiotas idioleta idiotia que o sabre sempre soube do sabor da teta da madre que sufocava em tanto deus em tanto saber sem saber que era retirado assim das camadas mais obscuras da mente do mentecapto sem dores sem amores sem odores o fedô, na verdade, era imenso e dolorido, ardia as narinas, às fezes aos loucos, aos ódios de quem não sabe temer a deus como os cadáveres de trinta e oito, aquele ano traumático de tiros e teres, de tipos e jóias que entravam pelo muro, pelo cano. Pelintra de Zé de beijo de moça de cigano pedindo pra parteira por logo o filho para fora e não sabia que ai vinha o novo rei da cerimônia e da Dinamarca que não era nem cá nem lá o tipo mais adequado de dizer eu te amo para uma multidão de trinta e duas pessoas coçando o saco e esperando a vida chegar que era uma atitude fácil e a lesma corria como a salamandra do pé pequeno e a outra do pé queimado que eram várias e desistentes do período pré-nupcial pré-guerra que se estendia no seguinte e no seguinte pulando quadrados, círculos e houveres e haveres de uma camada de pães e manhãs.


Intervalo.


Nossa, no segundo parágrafo os sentidos foram se perdendo cada vez mais e as naveganças do imaginário colheram as flores desertas no certame do cercado do cérebro celebrado nas últimas horas de sua morte como se eu fosse o sujeito de chapéu de Beckett em Godot e de repente o colapso dos ideais fosse sair da ponta dos meus dedos carcomendo as sujeiras dos seus dedos onde baratas e bactérias freqüentavam os bueiros da imaginação perdida entre a nuca e as orelhas, que era buraco de rato, de teto e de teta. Não Pixote, não me lembro mais de tamanha fulgurança nem no hino nacional que é quando a gente pedia pra chorar seguido da tortura até a lágrima do choque no cu, no pau do tal que podia ou não ser intelectual ou camponês, gente do subverso que tinha muito mais poesia que qualquer afazia do coronel, advogado, benzedeira que na PUC era assim que se seguia dos padre que escondia o ouro, o jogo, o entregue e desterro e sangue da areia dos ideais de um temeroso a deus, ao tio, ao padre, ao coma em que estamos mergulhados desde que, desde que, desde que me lembro da sujeira, do nascido, do vivo, do entre, do nada, do cume, do lume, da gaveta esvoaçada de papéis que podiam provar crimes e doenças e espalhá-las como a caixa de pandora que abriu, que fechou, que se ligou em uma outra temática mais assertiva e partiu para uma camada de viagens mais interessantes onde apareciam outros desejos e outros esquemas que rendiam mais frutos, saca? Algo tenebroso e garantido que cê sabe, né? As vezes a gente se submete e nem está nada aí porque dezenas de outros o fizeram e tal. Come aqui meu caqui, meu pau, morde tudo de novo como se fosse madeira ou a nádega da sua mãe esfregada entre os feios, sujos e malvados. E lembra de não lembrar, que agora o fraco é aquele que tem memória. O homem que tem problemas é aquele que tem memória e por isso eu me esqueci disso que acabei de dizer enquanto pescava um litro de leite com o filé das dúzias de trigo que acorriam no nível do mar onde a bisavó, com outros tamancos, jogava o cabelo e se desprendia ao luar, já sem crer que um dia pudessem aparecer aqueles da promessa.


Intervalo.


Chagal, sorriso e promessa. Samba, frio e favela. Lucrecia, Omar e martelo. Geppeto golpeou minha moleira buscando alguma idéia que desse. Como nenhuma idéia dava, ele produziu uma idéia de madeira. Ele deu vida à idéia de madeira, que quando mentia virava contos, flores e diademas. Ou um jardim do mal me sugeriu um sapo com orelhas que escutavam a fúria das borboletas inéditas àquela hora da manhã, tarde, noite de manhã que era o indefinível dos mitos indígenas que pediam arrego no rego peludo da história dos vencedores que bota fogo no arquivo estadual da derrota que mora nos nossos cus, que escondemos nos nossos acento e só na hora em que perdemos toda a vergonha é que temos coragem de mostrar. Mas a mostra foi um sucesso, um regresso, um janeiro, o dia inteiro e agora temos como mostrar que a história dos vencidos também tem lugar. Mas não se façam de vítimas. Responsabilidade social no calendário da buceta da mãe do executivo que tem a tal multinacional enfiada nos nossos rabos lustrados com uma bela merda de um jantar gostoso da classe média. Baixa em mim o espírito do comunistinha do nariz arrebitado que hoje eu quero descer para avenida e rodar a bolsinha da família pra ver se eu ganho o sustento pra dar Neston pro neném sujo do sangue do marido da patroa que o caralho daquele filho da puta machuca e machuca muito. Vai se foder deus vagabundo que me pôs aqui pra trabalhar pra eles que não paga nem a subsistência que o Karl Marx prescrevia e a navegação dos afluentes esquecia e havia presidentes que matavam rios inteiros que não eram janeiros, mas Franciscos, aqueles mesmos onde as bisavós morreram de tanto esperar essa esperança de vaca derrubada já virada do avesso, já no sangramento, esperando o carro vir buscar, pra elas serem vendidas em pedaços, pra estarem nas suas mesas. Um riso solitário aos malandros, aos marotos, aos esgotos, aos sorrisos, à câmara mortuária da nossa dignidade. Vamos nos unir, dar a bunda e sair. Escorrega de malandro levando a carteira do cidadão, do decente, do trabalhador que deu ao patrão a bunda com ardor a fim de no fim do mês receber. Mas o patrão secou a fonte de porra e dinheiro não se viu, pelo contrário demitiu e ai não tinha mais ninguém pagando e ele se negou a continuar a escrever.

18.9.09

19 - Pios pessoais. Tomada 1 - Take 3.

Gravador ligado. "São sete da manhã. Essa idéia ocupou todo o meu pré-sono antes de entrar em vigília: É bom acordar e sentir-se vivo de manhã. Eu gosto. Às vezes acordo pulando. Lembro-me de quando saí do transe quando tive amnésia. Ressuscitar ali, sair do sono com pesadelos em cadência da cabeça que se recuperava, foi um prazer indescritível, mesmo vendo a minha cara destruída no espelho depois, o que foi um pouco desesperador. Durante esse sono derradeiro, viajei bastante em cima do próprio acidente, versões mais graves dele, antes de voltar a mim. Me veio aquele filme 'Efeito Borboleta': de repente o personagem acorda todo machucado. Sair de comas é assustador e aliviante. É como voltar à superfície depois de um mergulho fundo demais."

22.8.09

18 - Tenho-Preciso-Estou #1

Tenho escrito as histórias de Yane Fatumbi, o herói japonês da nação e da sua namorada que acordou como um abacaxi. Já escrevi os dois outros contos da “Trilogia de Narradores e Narrativas”, eles estão no meu caderninho. Agora, além de trabalhar para a ONG ARCA Brasil, também estou temporariamente, por enquanto, no site Prova dos 9. Tenho tentado aprender a desenhar, sozinho, me baseando em fotos e revistas. Estou lendo a série de quadrinhos “Estranhos no Paraíso”. Estou me preparando para ver uma dezena de filmes argentinos e latinos de outras partes que estou aglomerando. Preciso tirar fotocópia dos textos da faculdade para esta semana. Já deveria ter lido “A Ideologia Alemã" de Marx para segunda-feira que vem (aula de Sociologia II). Tenho esquecido de pagar as contas da vivo, mas também, o celular está meio quebrado e eu nem o uso, qualquer dia meu nome aparece sujo. No momento ouço Beirut.

14.8.09

17 - Cisne (E eu jurava que corpo não era só informação visual)

Chegou na venda e pediu: “Corpo.” Que? “Me vê um corpo!” Como assim? “Você não tem aquelas revistas em que eles fotografam corpos?” Corpo morto? “Está louco? Não. Corpo vivo. Da mulher, do homem.” Pelado? “É pelado mesmo. Tem?” Ali no fundo, depois do molho de tomate. Mas, para o que você quer isso? “É que. Eu gosto de ficar olhando.” Para corpos? “É. Não é normal? Se fazem a revista, deve ter mais gente além de mim que gosta.” É. Mas, porque não ver um corpo de verdade? “Ah, não sei. Eu prefiro eles inertes, frios, sob controle. E acho que é mais barato também.” Está certo. “Vou levar todos esses.” São bonitos. Talvez um pouco exagerados, grandes. Minha mãe e meu pai não são assim desse jeito não. “Acho bonitos. Mas quantos anos você tem garoto?” Tenho dez. “Ó, fica com essa aqui para você.” Obrigado. O que faço com ela? “Fica olhando.” Como você? “Exatamente.” Está bem.

31.7.09

16 – Papagaio (um quadrinho)

Tá-tá-tá-tá-tá!

Uma rajada para o céu. “Tudo mudou” – Disse Caetano Veloso sorrindo, com uma dessas metralhadoras muito grandes nas mãos. Dorso nu de cantor sexagenário e calças de tecido cru amarradas por um barbante grosso. Estava acompanhado de um cachorro enorme e bobo numa clareira perdida no meio da mata atlântica.

30.7.09

15 - Tuim [Trilogia de Narradores e Narrativas]

Santo e puto. Com orgulho. Eu sou assim. Outros é de outro jeito.

“Eles passavam uma pasta mágica no corpo que os deixava como se estivessem apodrecidos. Fingiam de mortos. E quando os urubus chegavam para se alimentar de suas vísceras putrefatas, roubavam-lhe os fogos.”

Minha mulher pariu de mim três filhos, quase morreu todas às vezes sendo que na última foi de definitivo. O bichim são criados pela avó. Não iam güentar as usança do pai deles – esse que sou eu. Sou santo e puto. Pajé sem tribo. Dono das mandinga danada. Conhecedor das histórias. Sou dono de mim. Eu, mais ele, mais ele, todos um só. A gente.

Puto porque o fora me dá no dentro e eu me enervo. Porque eu fico puto. Vejo e fico puto. Coisa vista que me provoca eu fico puto. Eu xingo que é bom. Fia da puta, fia da puta, fia da puta. Vai tomar no cu esses caralho. Assim vai.

Santo porque eu sou conhecedor das histórias. Dos três passos de Trezegueto. Do mistrilo do mundo novo. Eu sou assim, que as lembrança dos outro me aflora e a medicina dos índios que eu tenho aqui, ó. Na cabeça. Eu curo, eu sei curar.

“Tupã deixou o afilhado com uma tribo amiga para eles cuidarem do menino enquanto ele ia caçar. Aconteceu que o pobrezinho foi muito maltratado pela parentela. Então tupã cercou todos com fumaça e transformou cada um num caititu (que é um porco). Um índio que passava por ali começou a comer eles diariamente ao invés de caçar a própria comida e quando Tupã percebeu, espalhou os bichos por todo o Brasil. É por isso que hoje a gente tem eles pra caçar.”

Sou filho de índio e de preto. Por isso que eu sou da cor dessa terra. Ó: da exatinha mesma cor. Feiticeira era minha avó. Ela era Banto. Me ensinou muita coisa, mas eu não sou feiticeiro. Eu acredito no nosso senhor Jesus Cristo. Por isso que sou santo. Eu vi o sangue dele brota da terra, sabe? Mas daí ele disse que pajé eu podia ser, feiticeiro não. Que não é a mesma coisa. Eu, ele, ele, sabemos. Nós três o um. Que não é a mesma coisa.

O sol, o sol, o sol, o é um principado de Deus, né? Lá que ficam as treze esperanças que vão salvar o minha-fé da Terra. Coisa construída divina. Um dia desce e...vai ser a salvação do espírito santo.

“Maiatana viu uma pilha de peixes e começou a comê-los ainda crus. Enfiou mais de trinta peixes para dentro. Sua barriga começou a inchar e ela não conseguia cagá-los. Foi então que de repente vomitou todas as doenças do mundo. Seus irmãos ainda tentaram evitar cortando ela em três pedaços e enterrando um em cada lado da aldeia. Mas já era tarde.”

Eu come o que aparece. É lixo, é bicho, é dado, é pegado. Fruta também. E vou andando. Aqui ó. A perna forte porque vou andando. Tenho coisa de sessenta e treze anos. Pra mais, pra menos. Sempre tem erro nessas contas, né? Tenho por aí. Eu, ele, ele, temos.

Oi? Péra. No cu, no cu! Esses porra aparece pra me daná. E vou até Vênus e volto e trago alguém e mando eles embora. Com a onça. Eu sou onça. Homem não sabe peitá mais onça não. Nem de pei de revólver. Quê!

Não tenho medo de estar vivo. Quem tem? Esses fia da puta. O sábio faz caminho. Vê os comprimentos. Decide. Toma tento. É só seguir, ó a estrada. Segue. Vamos seguindo.

27.7.09

14 – Pássaro de Ferro (Ensaio pra que te quero.)

Os sabores que existem em mim não se comparam com as essências que habitam você. Como que a gente vem parar dentro da gente mesmo, assim, no ser, no liame do sendo? C-O-M-O? Um rabo de coelho percorre a superfície da pele. Eu tenho cócegas. Não eu não tenho. Foi uma mentira literária ou blogária? Holofotes sobre “a escolha pelo suporte público” (Metais: Tâdam!). Pela supressão do privado para dar existência a essa escrita parca e mal ensaiada. P-O-R-SEPARADO-Q-U-Ê? Pela exposição? Pela fama? Pelo dinheiro? Pela possibilidade do comentário?

- Não sei. Hoje em dia todo mundo tem um blogue. E o Interney, o mestre dos blogues, andou dizendo que só faz dinheiro com essas coisas quem escreve de bastante. Sempre atualizado. Eu não faço assim.

Essa escrita frenética (um agitar de mãos) é vítima-algoz da renovação constante de linguagens. #twitter (um dia – talvez amanhã – tudo isso se tornará tão esteticamente velho).

As velhas gerações são enterradas pelas novas sem que as primeiras tenham envelhecido de fato. E-S-T-R-A-N-H-A-M-E-N-T-O. Tudo envolvido num balsamo. A impressão de se estar rodeado por uma multidão adolescente. Aparentemente não existem mais diferenças de idade. Hoje em dia é mais fácil definir os terráqueos em grupos de consumo – não estou falando só das crasses do tio Marx, proponho grupos mais complexos e dinâmicos nesse ponto – e por incrível que pareça, o retrato expõe feridas viscerais na forma como existimos nesse globo.

Está cada vez mais difícil abandonar a criança sem responsabilidades e que pode querer tudo. Ninguém quer tornar-se um adulto. Toda ansiedade agregada a esse papel – com muitos medos e muitas responsabilidades – é cada vez mais um pesadelo e a passagem é prorrogada estética e comportamentalmente. A imagem do ser que constrói participativamente a sociedade que integra foi destruída. Que adulto você quer se tornar?

– Vou reduzir pra Marx, só para ser um pouco mais superficial, a gente não quer mergulhar nas Fossas Marianas, né gente?

Os classe média temem a rua, o chefe, o desemprego, a pobreza, os pobres em si, a morte. Os pobres não têm muito tempo pra temer, apesar de terem todos os motivos (preconceito, possibilidade e realidade de miséria, violência, perspectivas diminuidas), têm que fazer milagres e sacrifícios para conseguir comida (E lazer, ah...o lazer! Esse tem parte na paternidade da cultura popular.). Uns poucos pegam em armas (muito poucos), mas para os classe média, todos são transgressores em potencial. (E se a gente fosse ver quem é que transgride mais nessa história, hein? Além do quê, as transgressões podem até ser bem-vindas e/ou necessárias – algumas delas, em momentos determinados). Bom, a classe alta, aí começa a historinha:

Todo mundo precisa comer. Das sociedades complexas às mais simples, é preciso exercer algum tipo de trabalho para que a comida vá parar dentro do estômago. (Exceção feita aos herdeiros de plantão. Malditos matadores de velhinhas.) Por isso, o maior sonho do homem é a construção do moto-contínuo, uma máquina que trabalhe sozinha perpetuamente, gerando sua própria energia. Assim não se precisaria ter trabalho para produzir alimento e teria o tempo todo de lazer (Ah, o lazer!).

Embora nem todo mundo dê conta, alguns espertos perceberam que poderiam usar outros homens como peças desse sistema e com mínimo esforço administrativo, manteriam (“POR COERÇÃO!”, mia o gato malhado.) tudo funcionando. Talvez tenham sido os primeiros líderes/sacerdotes que se deram conta disso, e talvez os últimos – empresários globais – souberam dar as melhor aplicação ao sistema.

- A igreja seria um exemplo de sistema? Afinal, padre não trabalha...

- Pode se dizer que existe um certo custo em ser padre, mas é relativamente menor do que o do camponês que entrega o dízimo mensal na mão dos seus “guias espirituais”. Pode-se dizer que existe algum sistema de engrenagens aí. (Gostei disto.)

Mas então...eis que aqui estamos. Ainda capazes de refletir e até de agir nos cenários pintados nessa reflexão. O que vamos fazer? Conservar nossa posição ambígua diante do nosso amadurecimento como seres dentro de uma sociedade e ficar a observar os pássaros de ferro? Ou vamos partir para algo mais efetivo?